Google: o sonho acabou?

Há alguns anos o nome Google é ligado a expressões positivas. Para uns é sinônimo de sucesso, para outros de prosperidade e até mesmo alegria. Afinal, não é comum ver uma empresa – relativamente nova, diga-se de passagem – quebrar tantos paradigmas e se posicionar com uma imagem tão sólida quanto carismática. A Microsoft pode ser lembrada por ser líder no seu segmento e ser responsável por colocar Bill Gates algumas vezes no topo da lista dos homens mais ricos do mundo, assim como a Apple é lembrada por seu poder de gerar fanáticos em torno de uma marca e estar sempre na vanguarda. Mas o Google tem os dois lados da moeda. Pelo menos tinha.

Talvez não tenha sido tão surpreendente quando a companhia começou a anunciar seus “ajustes” para enfrentar a crise mundial, já que estávamos nos acostumando a notícias parecidas vindas de muitas empresas de informática e outros setores. Mas mesmo assim, talvez porque não quiséssemos imaginar a crise para o Google na tentativa de manter o sonho de empresa perfeita intacto, não esperávamos que o gigante fosse afetado.

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