Na semana que fui incumbido de fazer uma breve consultoria a respeito da presença institucional no Facebook, ocorreram alguns fatos curiosos relacionados à rede social. Como os 200 mil “casais” que já teriam feito “sexo entre amigos” usando o aplicativo Bang w/ Friends, o aumento da receita no 1º trimestre em 38% subindo para US$ 1,46 bilhão, rumores sobre novos formatos de anúncios, o reajuste de salário do Mark Zuckerberg para US$ 1,00 (nos moldes da volta de Steve Jobs à Apple ;). E principalmente as pesquisas que reforçam as tendências das redes sociais (veja o post anterior).

Dentre estas, a pesquisa do banco de investimentos Piper Jaffray apontou que teenagers demonstram cada vez mais desinteresse pelo Facebook e a pesquisa da SocialBakers com usuários na Europa e EUA que estão abandonando aos milhares os seus perfis. Apesar de não ter uma relação direta, isto me fez lembrar do efeito gafanhoto que brasileiros causam nas redes sociais pelo mundo, por exemplo, como ocorreu no Orkut.

De qualquer forma, o Facebook ainda é a principal rede social do planeta, juntamente com o site de buscas Google (que não é uma rede social), é um dos principais “funis” de convergência de conteúdo e cliques na internet, é também o site de maior audiência. Por isto, a presença institucional no Facebook têm demonstrado grande relevância em diferentes estratégias de marketing digital, seja para aproximar empresas do público, publicar e espalhar conteúdo, pesquisar e analisar tendências, dentre outros resultados efetivos que comprovamos dia-a-dia com os nossos clientes.

E como sempre tem alguém que procura aquele check-list “básicão”, deixo algumas dicas para você verificar como estão suas publicações e anúncios:

– Tenha sempre uma estratégia de presença e de conteúdo, defina quais os seus objetivos para ter uma página institucional ou anunciar no Facebook;

– Mantenha sua página sempre atraente e atualizada, mas tenha controle quanto ao número de mensagens que você enviará semanalmente para os seus usuários;

– Publicações com imagens interessantes tendem a atrair mais a atenção do usuário do que apenas textos. E este é um ponto que tem levantado algumas discussões sobre o uso de imagens profissionais ou imagens amadoras. Alguns defendem o uso de imagens cotidianas simulando uma imagem amadora para atrair mais compartilhamentos porque o público não identificará como um anúncio. Outros defendem o uso das imagens profissionais que ilustrem bem o tema, uma vez que trata-se de um perfil institucional, e por isto deve-se manter a qualidade e a coerência. Na minha opinião o importante é ser transparente e honesto com o público, não adianta tentar enganar e fazer o usuário clicar em algo que não é condizente com a imagem;

– Evite o uso de publicações com textos longos na imagem, o ideal é que o texto esteja fora da imagem, e em todo caso que o texto seja curto, bem curto;

– Crie uma identidade visual para os anúncios, de forma que ao ver a imagem o usuário já identifique a sua marca. Tente usar um elemento de repetição nas peças;

– Fique atento aos princípios básicos do design e a escolha correta da tipografia para o meio digital;

– Respeite os direitos autorais para usos de imagens e fontes de conteúdo, faça as devidas citações;

– Deve-se ter cuidado ao dialogar com clientes/usuários pelo Facebook, tenha uma política clara de resposta aos comentários e críticas, para que o Facebook não vire um canal de reclamações e dúvidas;

– As redes sociais, no caso o Facebook, podem trazer a oportunidade de ouvir e conhecer melhor o público, e esta oportunidade deve ser levada a sério, pois é uma grande chance de perceber oque o público tem a dizer sobre seu produto/empresa;

– Ações de aproximação, bonificações e mobilização tendem a ser bem-vindas no Facebook, desde que façam parte da sua estratégia promocional;

– Fuja de spammers, rôbos e outras malandragens para forçar “curtidas” nos seus posts e páginas. Ter um milhão de robôs e de usuários da Malásia compartilhando o seu conteúdo não aumentará as suas vendaas, pelo contrário, muitas empresas perderam usuários, tornaram-se motivo de piada na rede e sofreram sansões em casos mais graves, por tentar enganar os usuários. Se você pretende começar bem um relacioamento com o seu cliente, não comece mentindo.

– Apesar da questão do compartilhamento e do “curtir” espontâneos, mensagens patrocinadas ainda têm demonstrado uma taxa de cliques e conversão muito maior, uma vez que o usuário parece não se importar tanto se a mensagem é patrocinada e pelo interesse do Facebook em priorizar este tipo de conteúdo. Com os nossos clientes, o conteúdo patrocinado ainda é cerca de 900% mais abrangente e clicado pela audiência do que a empresa conseguiria com uma mensagem gratuita. Mas lembre-se que para isto o conteúdo tem que ser interessante e o anúncio bem feito :P

O Facebook possui uma série de opções de publicidade para empresas, se você ainda tem dúvida ou quer obter maiores resultados para as suas campanhas, fale conosco.

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About the author

Darley Cardoso
Startup's entrepreneur, creative art director and digital marketing consultant with research interests and personal relationships between fluid arts, communication and technology. With a focus on digital arts, culture and shared social mobilization. From Brasília, DF, Brasil.

1 Comentário

  1. “Sociabilidade sem limites, exibicionismo cibernético ou uma p* ferramenta tecnológica?” O q/ vc diz sb #redessocias? http://n4f.cc/13LjybG@darleycardoso via Twitter

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