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Ao falar de mídias ou redes sociais, a palavra que logo vem à cabeça é diálogo. MSN, Twitter, Orkut, Facebook, Last.fm [por exemplo] são, basicamente, formas de conversar. As pessoas frequentam esses espaços virtuais para mostrar-se, encontrar amigos e formar novos.

As marcas que se propõem entrar nessa onda devem agir de forma planejada e buscando dialogar com os usuários. A própria marca deve ser encarada como uma pessoa. Roberto Cassano da Agencia Frog, fala da diferença em relação à mídia paga tradicional: a lembrança permanece por mais tempo, pois é uma relação rotineira.

O fato é que as redes sociais podem aproximar marcas de seu público-alvo. Daí surge a segunda palavra importante nesse assunto: relacionamento. Para isso pode-se concentrar nos fãs já que eles são a audiência mais leal e os que mais consomem informações e subprodutos relacionados. O trabalho é, então, energizar essas pessoas que tomam espontaneamente o papel de evagelizadores de determinada marca, empresa, produto.

O verdadeiro desafio vai além de dialogar e se relacionar com as pessoas. As marcas precisam, então, liderar tribos. É o que Seth Godin (Palestra dele TED: aqui ) lança com seu novo livro “Tribes”.

Essa atitude está na essência da comunicação, sua razão de ser é mobilizar pessoas para uma determinada causa. E as mídias sociais são um terreno fértil para isso.

Edson Jr. | ocliente.wordpress.com

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